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2009
- Roadie Crew
Por
Johnny Z. e Thiago Rahal Mauro
Todo profissional da música, seja do mainstream ou do
underground, sonha em trabalhar com bandas de renome, excelentes
compositores e músicos. O vocalista Tim �Ripper� Owens conseguiu isso, mas
substituiu dois fortes nomes do Heavy Metal: Rob Halford no Judas Priest e
Matthew Barlow no Iced Earth, causando certo �descontentamento� por parte
de alguns fãs. Que seu talento é reconhecido por todos isso ninguém
contesta, assim como sua voz é sonho de consumo para qualquer banda que se
preze, idem. Porém, isso parece não ser o mais importante para algumas
pessoas. Após seis anos de sua saída do Judas Priest e um ano depois que
foi despedido do Iced Earth por Jon Schaffer, essa última de uma forma não
muito profissional, Tim mostra o poder de sua voz na banda de Yngwie
Malmsteen. Além disso, o vocalista mantém sua própria banda, Beyond Fear,
e agora inicia uma nova carreira com o lançamento do álbum Play My Game.
Tivemos oportunidade de conversar com Tim sobre vários assuntos, desde a
passagem pelo Winters Bane até os dias atuais. Confira!
ROADIE CREW: Muitos fãs estranharam você lançar um álbum solo
agora, principalmente porque você formou o Beyond Fear. Não acha que isso
pode confundir a cabeça deles?
Tim Owens:
Bem, eu nunca disse que o Beyond Fear era uma banda
solo. Eu disse a todos que o éramos uma banda, com quatro músicos
profissionais, então isso sana a dúvida. Beyond Fear é uma banda, e essa
fase do lançamento de meu álbum solo é outra completamente diferente. Como
alguém pode se confundir com isso? (risos).
ROADIE CREW: Em outras entrevistas você disse que anseia por
músicas onde os fãs podem empunhar seus braços, cantar riffs, letras e
harmonias com o coração. Algo como o Black Sabbath e Judas Priest fizeram
em toda a carreira. Qual sua análise de Play My Game?
Tim Owens:
É verdade, este CD é mais maduro que o próximo do
Beyond Fear, que será mais pesado. É um álbum direto e basicamente metal,
e também com bastante ênfase no vocal. Posso imaginar e ouvir as pessoas
cantando comigo! Sul-americanos e principalmente brasileiros são os
melhores para essa tarefa. Se preparem!
ROADIE CREW: Algumas faixas de Play My Game
são sobras de estúdio do Beyond Fear, ou são composições compostas
exclusivamente para o álbum?
Tim Owens:
Play My Game e It Is Me são músicas que eu escrevi
para o Beyond Fear, mas decidimos não lançá-las no primeiro CD pelo fato
que elas se enquadrariam melhor em um possível disco solo meu. Realmente
elas foram compostas antes de formarmos o Beyond Fear, principalmente
quando eu estava pensando num remoto álbum solo. Mas, aí formamos o Beyond
Fear e guardei-as. Em Play My Game escrevi sozinho algumas músicas, porém
não deixei de lado minhas antigas parcerias.
ROADIE CREW: Grandes músicos participam de
Play My Game. Como foi juntar todos em um único álbum?
Tim Owens:
Foi fantástico, é realmente um time dos sonhos.
Muitos são grandes amigos meus e outros eu conheci apenas depois de
aceitarem meu convite para participar. Funcionou muito bem comigo e com
todos os envolvidos, nos demos bem e todos são ótimas pessoas. Foi muito
bom poder trabalhar com eles. Alguns gravaram suas partes em seus próprios
estúdios, e outros gravaram comigo.
ROADIE CREW: O nome Play My Game me soa bem
sugestivo, parece ser uma resposta aos músicos, fãs e pessoas que não
acreditaram no seu trabalho. Algo parecido como, "vejam o que eu posso
fazer sozinho, tenho talento e vocês vão ter que me engolir".
Tim Owens:
É, parece isso mesmo, mas não era o intuito. As
músicas foram compostas com muitos assuntos e muitas idéias na minha
cabeça, nada foi premeditado. Mas se as pessoas entenderem dessa forma
tudo bem (risos). O legal da música em geral, é que todos podem ter
diferentes interpretações e pontos de vistas.
ROADIE CREW: Quais são as músicas novas que
você mais gosta e quais tiveram uma maior resposta do público nos shows
que você fez recentemente?
Tim Owens:
Gosto muito de Starting Over e Believe. Bem,
realmente gosto de todas e são ótimas para tocar ao vivo, esperem e vejam
vocês mesmos (risos).
ROADIE CREW: Como você se sentiu cantando no
mesmo palco com Chris Caffery (ex-Savatage), Simon Wright (ex-Dio), Dave
Ellefson (ex-Megadeth) e John Comprix (Beyond Fear)? É sua banda solo ou
vai mudar sempre?
Tim Owens:
Foi demais! Eles são muito bons e nós simplesmente
detonamos! Nada de egocentrismo, apenas diversão. Eu adoraria tocar com
eles de novo. Em novos shows eu terei o John Comprix sempre comigo, mas a
formação provavelmente mudará de show para show, não será uma banda sempre
fixa. Quem sabe todos continuem, ou Rudy Sarzo (Dio, ex-Quiet Riot) Jeff
Loomis (Nevermore), Michael Wilton (Queensryche). Nunca se sabe, isso que
vai ser legal.
ROADIE CREW: Quais músicas você está tocando
em sua turnê solo e como está sendo a receptividade do público? Existem
mais shows programados?
Tim Owens:
Como estamos tocando em muitos festivais, nossos
sets lists são mais curtos, mas tocamos algumas novas como Believe,
Starting Over e outras do Judas Priest e Beyond Fear, como The Ripper, One
On One e Scream Machine. A receptividade está sendo excelente, mas não
tenho praticamente nenhuma divulgação e promoção dos shows que estou
fazendo, nenhuma mesmo! Mas está sendo maravilhoso como os fãs estão
curtindo muito mais agora com meu próprio material do que na última vez
quando estive nos mesmos festivais com o Iced Earth. Sobre novos shows
isso é bem simples, quando eles quiserem tenho certeza que vão me chamar,
eles sabem que eu vou mesmo, então precisaria de uns três a quatro meses
para me adequar, chamar os membros e tudo mais. Tenho shows marcados até
Janeiro de 2010!
ROADIE CREW: Sua passagem pelo Winters Bane
foi bastante reconhecida por todos, principalmente após sua entrada no
Judas Priest. Você ainda mantém contato com o Lou St. Paul (guitarrista)?
O que aconteceu com o projeto para a gravação de uma segunda parte de
Heart of a Killer com você nos vocais?
Tim Owens:
Lou e eu conversamos sempre que podemos, nós
tentamos fazer alguma coisa juntas novamente, mas foi em uma péssima hora,
estávamos muito atarefados e cheios de compromissos. Eu com meu álbum
solo, além de Yngwie e Beyond Fear. Também precisamos de apoio de alguma
gravadora para isso. É um pouco complicado para o momento, mas quem sabe?
ROADIE CREW: O mercado norte-americano
parece ser diferente de todos os outros. Bandas tradicionais como Judas
Priest, Iron Maiden e Black Sabbath penam para vender seus discos. No
entanto, bandas mais novas como Slipknot e Trivium, vendem muito. Qual sua
opinião para isso e o que você acha dos downloads ilegais?
Tim Owens:
Acho que a questão da venda de CDs não é só nos
Estados Unidos, eu diria que é em todos os lugares, já que se pode baixar
de graça. Cada vez fica pior e está prejudicando todos. Espero que as
pessoas que baixam música não se sintam mal por haver famílias que não tem
mais emprego, porque as empresas não precisam mais deles devido à
mão-de-obra mais "barata" (risos). É ilegal, talvez chegue o dia em que as
pessoas serão presas por isso. Uma música custa 99 centavos e minha nossa,
você está roubando! (risos).
ROADIE CREW: Você fez um ótimo show em São
Paulo, para a festa de aniversario do Manifesto Bar, em dezembro passado.
Qual sua lembrança desse dia? O que achou dos músicos que se apresentaram
com você? Não sentiu falta de ter os seus amigos do Beyond Fear no palco?
Tim Owens:
Foi muito legal e bastante divertido. Todos do
Manifesto Bar me trataram super bem. Eu sempre sinto falta dos meus amigos
do Beyond Fear no palco. Mas alguns lugares querem somente Tim “Ripper”
Owens e outros querem o Beyond Fear, é assim que funciona. Os músicos que
tocaram comigo são super profissionais e talentosos.
ROADIE CREW: O Hail!, banda que conta com
você, David Ellefson e Jimmy DeGrasso (ambos ex-Megadeth), e Andreas
Kisser (Sepultura) foi formada em pouco tempo, porém isso não foi problema
para vocês, tanto que os shows ficaram lotados. Quem teve essa idéia?
Existe a possibilidade de gravar algo inédito?
Tim Owens:
A idéia veio de um empresário amigo nosso. Só
precisava conciliar as nossas agendas e deu no que deu. Cara, isso foi
demais! Nós nos reunimos e simplesmente mandamos ver. Eu conhecia todos
antes de formarmos a banda. Começamos por pura diversão, com músicas que
gostamos de ouvir e tocar. Os shows aconteceram somente no Chile e
ultimamente na Europa. Foram absurdamente fantásticos, com bastante
energia. Quem sabe toquemos no Brasil e México esse ano. Sobre gravar
alguma coisa, ainda não sabemos, por enquanto estamos curtindo tocar ao
vivo.
ROADIE CREW: No show de comemoração aos 25
anos da gravadora Roadrunner, você participou cantando algumas faixas do
Mercyful Fate, King Diamond e Annihilator, essa última junto com Jeff
Waters. Antes de você entrar no Iced Earth, cogitou-se sua entrada no
Annihilator. Você aceitaria caso Jeff te convida-se hoje?
Tim Owens:
Vejam como as coisas são. Agora eu tenho uma boa
carreira pela frente, além do Beyond Fear e da banda de Yngwie, então eu
estou bem ocupado atualmente. Cantar com o Yngwie é muito legal porque são
basicamente as coisas dele. Eu vou lá e somente canto, eu adoraria um dia
compor e escrever músicas com ele, mas eu acho que isso não acontecerá e é
por isso que eu consigo cantar na banda dele. Eu amo suas músicas, eu amo
cantar e excursionar com ele, mas eu realmente não tenho tempo mais
disponível para outro projeto ou outra banda. Eu sou uma pessoa bem
ocupada agora (risos). Porém, gosto bastante do Jeff Waters e quem sabe um
dia faremos algo, eu adoraria.
ROADIE CREW: Sua demissão do Iced Earth, foi
de uma forma muito fria e até certo ponto desleal. Jon Schaffer disse em
algumas entrevistas que não sentia em você um foco na banda, mas em
estúdio não tinha queixas, só ao vivo não via muita energia vinda de você,
o que discordamos totalmente. Além disso, Schaffer disse que você usava a
banda como veículo de promoção para seus projetos pessoais. Conte-nos
realmente o que aconteceu.
Tim Owens:
Vamos fazer assim, meu tempo no Iced Earth acabou.
Que se danem os rumores e o que falam por aí. Não ligo mesmo. Quanto ao
foco na banda, tem um pouco sim, porque não via futuro como compositor na
banda e isso me entristecia, porque sabia que podia participar mais
ativamente.
ROADIE CREW: Algumas das músicas do Framing
Armageddon (2007) foram regravadas com Matthew Barlow e lançadas no single
I Walk Alone (2008). Qual sua opinião sobre essas regravações?
Tim Owens:
Eu não ouvi, e para ser bem honesto, não ligo para
o que eles estão fazendo agora. Não tenho ouvido falar muito deles
ultimamente, mesmo depois de tudo, então acho que eu não era mesmo o
problema lá (risos).
ROADIE CREW: Muito se comentou sobre a
apresentação que você fez, ainda com o Iced Earth, no festival Wacken Open
Air de 2007. Para algumas pessoas, este foi o seu melhor show na banda.
Qual a sua recordação dessa noite?
Tim Owens:
Bom, na verdade não foi muito legal. Tivemos um
palco enorme e não pude me movimentar muito por ele, devido a toda
parafernália pirotécnica que tinha espalhada. Isso realmente é bem chato.
Mais foi um grande show em um dos melhores festivais do mundo, mas
infelizmente não foi legal por isso. Dá para acreditar? (risos). Eu acho
que a culpa dessa vez foi das pessoas que cuidam desses efeitos.
ROADIE CREW: Para colocar um fim no assunto
Iced Earth, o que mais te fez feliz na época em que estava no grupo e o
que mais te chateou?
Tim Owens:
Foi bom enquanto durou, agora acabou e eu gostaria
muito de tocar minha vida para frente e esquecer. The Glorious Burden é um
excelente álbum e me orgulho de tê-lo gravado.
ROADIE CREW: Com Yngwie J. Malmsteen, você
chegou a gravar Mr. Crowley, em um tributo ao Ozzy. Acredito que nunca
tinha passado pela sua cabeça gravar um disco inteiro com ele, ou estou
errado? Você já entrou sabendo que poderia gravar ficar pouco tempo, para
depois ser substituído?
Tim Owens:
Bom, eu fiz um CD com o Yngwie Malmsteen, alguns
também com o Judas Priest e veja todos os convidados no meu álbum solo. A
vida é bela (risos). Eu vou continuar trabalhando com Yngwie até onde nós
conseguirmos. Ele é uma grande pessoa, um grande guitarrista e
profissional para se trabalhar, nós passamos bons momentos juntos,
enquanto nossas agendas baterem, nós continuaremos trabalhando juntos.
ROADIE CREW: E existe alguma possibilidade
de sair um novo álbum com Yngwie Malmsteen?
Tim Owens:
Não estou sabendo de nada a respeito disso por
enquanto, mas posso falar que eu amo excursionar com Yngwie e eu estarei
sempre pronto para detonar quando ele me chamar!
ROADIE CREW: Você gostava do estilo e dos
álbuns antigos do Malmsteen? Quais vocalistas, ou músicas você sentiu mais
dificuldade em interpretar ao vivo?
Tim Owens:
Sim, claro. Ele teve grandes cantores em sua banda
e cada um tinha seu próprio estilo de cantar. Veja bem, Jeff Scott Soto é
incrível, minha nossa, eu tenho que trabalhar duro e pesado para conseguir
cantar as músicas de sua fase (risos).
ROADIE CREW: Doogie White (ex-Yngwie
Malmsteen e Rainbow) comentou que você participaria em apenas um álbum...
Tim Owens:
Um, dois, três álbuns, eu não ligo. Eu sempre quero
mais. Eu não dou a mínima para o que essas pessoas dizem. Respeito muito
Doogie White, ou qualquer outro cantor que tenha passado pela banda de
Yngwie, é o que importa.
ROADIE CREW: Após participar de várias
bandas, gravar muitos álbuns e realizar diversas turnês gostaria de te
perguntar algo que me perturba. Como você se sente, quando as pessoas
falam que você é um músico com extrema qualidade, mas ao mesmo tempo
participa de vários projetos simultaneamente? Todos perguntam o por que de
você nunca se fixar em uma banda e se desenvolver nela como, por exemplo,
o Beyond Fear?
Tim Owens:
Bem, eu estou no Beyond Fear. Se eu estivesse
somente no Beyond Fear vocês me veriam bem menos do que agora, porque só
com o Beyond Fear eu não pago as minhas contas (risos). Vejam pelo lado
bom da coisa, agora vocês também podem me ver com minha banda solo, Beyond
Fear e Malmsteen. Eu gostaria muito que o novo álbum do Beyond Fear saísse
antes deste, mas a gravadora e minha manager me pediram que o CD solo
saísse agora. Esse álbum mostra somente “EU”, então os fãs e também todos
os idiotas que existem por aí, poderiam parar de pensar bobeira ao meu
respeito. Se eu não estou ocupado às pessoas falam, se eu estou ocupado,
idem. Engraçado isso (risos).
ROADIE CREW: Viver em turnê ao lado de
músicos e pessoas com diferentes personalidades deve ser algo complicado.
Como lida com isso?
Tim Owens:
Apenas leio livros, vejo filmes e logicamente ligo
para casa e muito (risos).
ROADIE CREW: Falando em ligar para casa, sua
família sempre te apoiou, principalmente quando decidiu seguir carreira na
música? Hoje em dia, como é ficar longe deles, por várias semanas, às
vezes meses?
Tim Owens:
É bem difícil. Eu sou um cara bem caseiro e bem
família mesmo, amo meus filhos, minha esposa e agora minha netinha que
nasceu recentemente. Às vezes eles entendem que tenho que ficar longe,
outras não. Faz parte.
ROADIE CREW: O que você achou do filme Rock
Star, sabendo que foi baseado na história de sua entrada no Judas Priest?
Curiosamente a faixa Stand Up foi cantada por Jeff Scott Soto, que também
já esteve na banda de Yngwie Malmsteen.
Tim Owens:
Bem, o filme é mediano, não é muito focado na
música e é um pouco brega, pouquíssimas coisas foram baseadas na minha
história, mas como eu disse é apenas mediano. Eu gostaria de ter ganhado
algum dinheiro com isso, já que se basearam na minha vida (risos).
ROADIE CREW: Você tem realizado shows em
diversas partes do mundo, cantando alguns clássicos do Judas Priest, mas
poucas faixas de sua passagem por ela. Existe alguma possibilidade de
cantar a música Cathedral Spires ao menos algum dia?
Tim Owens:
Canto a Burn In Hell e One On One. Cathedral Spires
seria muito difícil, aliás, bem difícil de cantar, ela tem muitas
“camadas“ de vozes. Eu gostaria muito de tentar cantá-la algum dia, se eu
aguentar (risos). Vamos ver!
ROADIE CREW: E sobre o álbum Nostradamus, já
teve tempo de escutá-lo?
Tim Owens:
Sim, escutei e gostei dele, mas não é meu tipo de
música, não sou um grande fã de histórias contadas em álbuns conceituais.
Gostei das músicas, é um material bem composto e direto. Eu às vezes o
escuto quando estou fazendo algumas bobeiras pela minha casa.
ROADIE CREW: Quais os planos para o Beyond
Fear? Alguma chance de lançar um novo álbum ainda este ano?
Tim Owens:
Estamos compondo e espero começar a gravá-lo logo,
as novas músicas estão saindo matadoras, bem pesadas e na cara.
ROADIE CREW: Quais as chances de você
visitar o nosso país ainda em 2009? E quais são os seus planos para o
futuro?
Tim Owens:
Estou trabalhando nisso agora, e deve acontecer em
Outubro, através da agência Free Pass Entretenimento, responsável pela
turnê Sul-americana este ano. Tenho alguns agentes trabalhando para esses
shows, então eu não posso esperar para tocar novamente no Brasil,
Argentina, Chile... Cara vai ser demais! Planos para o futuro? Detonar e
se divertir como sempre (risos).
ROADIE CREW: Muito obrigado pela entrevista,
deixe uma mensagem para os seus fãs e leitores da Roadie Crew.
Tim Owens:
Amo vocês! Espero poder vê-los novamente em breve.
Chequem sempre meus sites e meu Myspace para conferirem alguma novidade,
merchandise e etc. Obrigado por me apoiarem tanto. Vocês são os melhores!
Cinco melhores álbuns segundo Tim "Ripper" Owens:
Judas Priest - Screaming For Vengeance
Black Sabbath - Heaven And Hell
Soundgarden - Badmotorfinger
Beyond Fear - Beyond Fear
Anthrax - Among The Living |